Olá! Feliz 2016!

Durante as festas de fim de ano, além da minha lua de mel, optei por dar umas férias ao blog, mas agora, retornamos ao trabalho! ^^

Em 31 de dezembro de 2015, eu realizei um sonho de infância. Eu corri a São Silvestre com o meu pai. Desde criança assistíamos na televisão, e sempre prometíamos que no ano seguinte estaríamos lá. Mas isso nunca acontecia. Mais de vinte anos depois, decidimos treinar e em outubro, fizemos a inscrição.

Após a corrida e algumas conversas com o meu pai, listei as três principais coisas que aprendi após a São Silvestre:

– Nunca é tarde para fazer alguma coisa. Meu pai tem 53 anos. Em um certo momento, ele achou que não conseguiria mais correr, porque já estava velho, porque tinha muitas dores musculares. Ele mal conseguia andar no shopping sem sentir dores, logo já procurava um lugar pra sentar. Mas não era tarde, ele só precisava começar. E está aí, correu 15 km, e acredite, ficou muito melhor que eu depois da corrida.

– Você não tem a vida toda para fazer algo. Uma das coisas que pensamos com frequência é que se não fizermos algo que queremos muito amanhã, podemos fazer depois, não é nada de vida ou morte. Mas a questão é que você não sabe até quando estará aqui. A sua vida toda pode ser até o final do dia. E você está lidando com um departamento que não é da sua alçada, que é o destino.

Eu sempre quis assistir um show da Inezita Barroso. Meu pai e eu até tentamos ir na gravação de um programa dela, mas era bem concorrido e não conseguimos entrar. Ela morreu no ano passado, e você nem imagina como fiquei mal. Agora ela não existe mais. E eu sempre posterguei, porque supostamente eu teria a vida toda pra fazer isso. O chuchu nunca foi ao Museu da Língua Portuguesa, e também ficamos nessa de termos a vida toda pra conhecer. Agora o museu não existe mais. Então, pra finalizar, a última coisa que aprendi:
– Vá lá e faça. As coisas passam muito rápido. Foram tantos anos esperando pela São Silvestre, fomos lá, corremos, e já passou. Tudo passa muito rápido. Passa rápido quando fazemos o que sonhamos ou quando passamos a vida só esperando que ela passe. Então faça o que precisa fazer, já.